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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

polícia de esquerda

              Tivemos grande surpresa dado o alto nível de adesão de policiais ao nosso grupo de estudos de Marx/Engels no Whatsapp. Lançamos o convite do grupo de estudos na comunidade POLICIAIS ANTIFASCISTAS: [https://www.facebook.com/groups/546869238824269/] e, até agora, mais de 35 perfis entre agentes de segurança, policiais civis, escrivãs pediram para adicionar.

domingo, 11 de dezembro de 2016

robsonfelipe


Prestamos homenagem ao nosso jovem camarada Robson Felipe, estudante do Manoel Beckman em São Luís do Maranhão, que ficou famoso ao aparecer com uma singela plaquinha FORA TEMER ao vivo na Mirante quando seu amigo que se anulou de segurá-la. Foi graças à covardia do amigo e a coragem do nobre camarada que, hoje, este soma conosco nas fileiras do movimento dos trabalhadores/as. Seu feito atravessará as gerações.

Viva longa ao camarada Robson Felipe!
Viva longa aos comunistas!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

fidel

Comentário do camarada Campos do núcleo LPS do estado do Maranhão sobre a morte do líder Fidel Castro:


O livro de Leonardo Padura relata a trajetória do famoso assassino de Trotsky: Ramon Mercader, desde seu recrutamento durante a revolução espanhola (implodida por Stálin) até o final de sua vida em Cuba, acolhido por Fidel. Uma boa indicação pra quem acha Fidel o maior revolucionário da América Latina.


Dito isso, não farei homenagens a Fidel Castro, embora reconheça sua influência, prestígio e eloquência política. Infelizmente não seguiu o caminho de Che e tornou-se um burocrata cujo interesse pessoal e de sua família estava acima da revolução. Camilo Cienfuegos também nos revela os crimes de Fidel contra a esquerda, contra os socialistas.


Não esqueçamos que a morte de Che na Bolívia foi um acordo do Partido Comunista Boliviano com a CIA e que Fidel traiu Che aliando-se aos burocratas de Moscovo. Fidel detestava os revolucionários radicais porque são a antítese do que ele era...


Não esqueçamos também: durante a revolução na Nicarágua, Fidel intercedeu com os EUA para “evitar que surgisse uma nova Cuba”, segundo as suas próprias palavras, ou seja, evitar que a queda da ditadura virasse uma revolução socialista.